Certo dia, num mosteiro Zen Budista, o mestre convocou todos os discí­pulos. Era preciso escolher um substituto para o guardião, que havia morrido. O mestre, com muita tranqüilidade, falou:
– Assumirá o posto o primeiro que resolver o problema que vou apresentar.
Então o mestre colocou uma mesinha no centro da sala e, em cima dela, pôs um vaso de porcelana muito raro, com uma rosa amarela de extraordinária beleza para enfeitá-lo.
– Aí­ está o problema, disse o monge.
Todos ficaram olhando a cena: um vaso belí­ssimo, uma flor maravilhosa… O que representaria? O que fazer? Qual o enigma? De repente, um dos discí­pulos sacou a espada, olhou o mestre e os companheiros, dirigiu-se ao centro da sala e zapt! Destruiu tudo num só golpe! Tão logo o discí­pulo voltou ao seu lugar, o mestre falou:
– Você será o novo guardião do mosteiro.

Moral da história: não importa qual o problema, nem a maneira que ele se apresente. Se for um problema é necessário que o mesmo seja eliminado.



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2 Comentários para “O novo guardião do mosteiro”

  1. Nailson Martins Diz:

    ele disse… aí­ está o problema… ele foi BEEEEEM claro quanto a isso!

  2. JULIANY Diz:

    GOSTEI MUUUUITO BOM TOP